Na avenida que leva o nome do conservador, maquiável mineiro,
Eis que tolos praticam odioso vitupério, erro grosseiro.
Não conservaram o samba, regredido em marcha,
Ao receberem qualquer cobre a tilintar na caixa.
Enlatadas na avenida do conservador, professor do Segundo Pedro,
As escolas da cultura popular desfilam enredo fétido:
Deboches, vitupérios pagos a soldo público,
Contra a razão e até contra o samba, com caráter impudico.
Do que ainda há funcionando neste país a servir ao público,
Vem dos conservadores, dos quais Sapucaí foi dos quase únicos.
Mas o que se perde, como o samba que não é mais como adrede,
Com certeza, vem da galhofa que d’esquerda ideologia fede.


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