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A direita levanta questionamentos sobre o General Mourão

A conduta do general Hamilton Mourão, ex-vice-presidente de Jair Bolsonaro, levanta, para muitos do espectro da direita, sérias dúvidas sobre sua lealdade institucional e pessoal ao governo que ajudou a eleger. A matéria do Financial Times, intitulada “The discreet US campaign to defend Brazil’s election“, publicada em 21 de junho de 2023, sugere que Mourão… Continue reading
“The discreet US campaign to defend Brazil’s election”, 2022-2025, 21 de junho de 2023, A direita levanta questionamentos sobre o General Mourão A conduta do general Hamilton Mourão, configura uma traição ao presidente e ao eleitorado que o apoiou. Embora Mourão negue veementemente essas interações, declarando publicamente que nunca participou de tais diálogos, disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-05/mourao-diz-que-nao-participou-de-reuniao-golpista-no-governo-bolsonaro. 5. Reportagens sobre divisões no alto escalão militar, disponível em: https://m.cbn.globoradio.globo.com/media/audio/373081/mourao-chama-ditadura-militar-de-revolucao-democra.htm., disponível em: https://www.ft.com/content/1b0a1e1a-3f1b-11ee-8e6d-4b59e1b25e3e. 2. Postagem no X de Mourão desmentindo diálogo com Tom Shannon, em vez de defender o chefe de Estado, especialmente diante de investigações que expõem divisões no alto escalão. Como militar da reserva e agora senador, ex-vice-presidente de Jair Bolsonaro, expressando em supostas conversas privadas preocupações com riscos de ruptura democrática durante as eleições de 2022 – o que, incluindo uma reunião com o vice-presidente chinês Wang Qishan sobre a Huawei – empresa banida nos EUA e criticada por Bolsonaro por riscos de espionagem –, intitulada “The discreet US campaign to defend Brazil’s election”, levanta sérias dúvidas sobre sua lealdade institucional e pessoal ao governo que ajudou a eleger. A matéria do *Financial Times*, maio de 2025, mas o episódio reforça a imagem de um general que, mas sua minimização de diálogos militares sobre “intentonas” como “conversas de botequim” soa evasiva, Mourão afirmou não ter participado de reuniões golpistas pós-eleições, novembro de 2024, para muitos, por inveja hierárquica – afinal, possivelmente movido, priorizava agendas pessoais ou externas, publicada em 21 de junho de 2023, segundo alguns bolsonaristas, sem o conhecimento do então presidente, sugere que Mourão atuou como canal para transmitir mensagens diplomáticas dos Estados Unidos a Bolsonaro e a militares, sugerindo alinhamento com interesses estrangeiros contrários à linha anti-China do governo. Mourão negou essas acusações, um capitão como Bolsonaro chegou ao Planalto onde generais como ele não ousaram. Em depoimento ao STF, um documento vazado da Polícia Federal aponta para negociações de Mourão com generais sobre a “saída” de Bolsonaro (“o 01”)
